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Lost – The Incident

Cuidado: Este post contém spoilers do 16° e 17° episódios  da quinta temporada de Lost.

The Incident marcou a história de Lost como um dos episódios mais densos, misteriosos e, ao mesmo tempo, reveladores de todas as temporadas. Há tempos, levantamos diversos questionamentos sobre curiosidades do seriado, tais como: O que seria a ilha? A fumaça preta? A estátua de quatro dedos? Os hieróglifos? A energia eletromagnética e a viagem no tempo? Quem é Jacob? Acho que a resposta está mais clara do que nunca. Para isso, vamos tentar recapitular o último episódio da quinta temporada.

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Logo no início, temos um intrigante diálogo entre o famoso Jacob (que enfim é revelado na série) e um homem misterioso o qual não sabemos a identidade (vamos chama-lo de “X”). A conversa nos deixa algumas peças que se conectam no fim do episódio.

Ao avistarem o Black Rock (navio no qual acredito que Richard Alpert estava a bordo), “X” afirma que Jacob os trouxe para a ilha e, em seguida, diz:

“Continua tentando provar que estou errado não é?” (X)

“Eles chegam, lutam, destroem e corrompem. Sempre termina assim” (X)

Jacob exclama:

“Uma hora precisa acabar! Tudo o que acontecer antes disso é apenas progresso” (Jacob)

Depois, “X” vira para Jacob e revela o quanto deseja matá-lo e que vai achar uma brecha no loop (na passagem). Jacob, inabalável, responde: “Quando conseguir, eu estarei aqui”.

Logo depois, o episódio se divide em várias linhas narrativas que transitam entre flashbacks e flashfowards. Ficamos grudados na tela apreensivos com as peripécias de Jack e cia. para explodir a bomba, o amor de sacrifício de Juliet, entre outras cenas emocionantes. Algo que vale destacar é a presença de Jacob na vida de todos os personagens do seriado. Percebam que ele sempre “toca” os personagens e, de alguma forma, interfere no trajeto de suas vidas. Parece que os passageiros do Oceanic 815 foram escolhidos por Jacob, mas para quê?

A parte que deixou todos com a “pulga atrás da orelha” ficou para o fim: Locke não é Locke! Então quem seria aquele cara? Após Ilana e seu grupo revelarem o corpo de John para Richard Alpert, ficou nítido  o porque do nosso amigo careca estar tão estranho após  ter voltado do mundo dos mortos.

Mas, se Locke não é Locke, quem ele é afinal?

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Locke - "Faça o que lhe pedi, Ben"

A resposta:  Ele é o senhor “X”. Isso mesmo! O cara que conversava com Jacob no início do episódio.

Concluímos isso com duas pistas:

1. “X” queria matar Jacob, mas se pudesse já o teria feito. Locke (vivo-morto) convence Ben a matar Jacob, mas não entendemos qual seria o motivo de tanta manipulação. Na cena final, na sala secreta dentro da estátua de quatro dedos, Jacob diz para Locke:

“Vejo que você achou sua brecha no loop” (Jacob)

“Sim, achei. E você não tem ideia do que passei para estar aqui” (X)

2. Logo após, Ben segue as instruções que lhe foram dadas por “X” (Locke) e mata Jacob. Nesse ato, “X” consegue o que tanto queria desde o início, matar Jacob sem se comprometer com a ilha.

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Jacob - "Benjamin... você tem escolha"

Curiosidades

A relação de Lost com a Mitologia Egípcia não é novidade. Desde a segunda temporada algumas referências já nos levavam a inferir que a ilha tem alguma ligação com povos antigos. Segue, abaixo, duas imagens interessantes exploradas nessa quinta temporada.

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O tapete de Jacob

Olho de Hórus ou ‘Udyat’ é um símbolo, proveniente do Egito Antigo, que significa proteção e poder, relacionado à divindade Hórus. Era um dos mais poderosos e mais usados amuletos no Egito em todas as épocas.

Anúbis ou Taweret?

Anúbis, Sobek ou Taweret?

A Estátua de quatro dedos

O mistério da estátua de quatro dedos vem sendo debatido desde a segunda temporada de Lost e, posteriormente, no início da quinta temporada, quando podemos visualizá-la por completo. Milhares de blogs e sites criaram teorias sobre o monumento…  Ainda não sei qual dos três deuses (Sobek, Taweret e Anúbis) está sendo representado no seriado, mas, pela análise da imagem, fico entre Sobek (O Deus-crocodilo) e Taweret (A Deusa da fertilidade). Segue informações sobre os Deuses:

Anúbis é um deus egípcio geralmente retratado como um homem com cabeça de chacal, ou um chacal negro em posição de esfinge (este último geralmente guardando algo ou alguém) Anúbis, o Juiz dos Mortos também conhecido como Anupu, ou Anpu, é o antigo deus egípcio dos mortos e do submundo.Tueris, “A Grande”,era a deusa da fertilidade e protetora das embarcações e das grávidas. Também foi uma deusa celeste, a “Misteriosa do horizonte” na mitologia egípcia. Sobek ou Sebek é o deus-crocodilo, no Antigo Egipto, por vezes identificado com ou Set e tido como filho de Neit. Oriundo das regiões do Faium, este deus está associado à astúcia, paciência e à crise, à tudo que interrompe o curso natural das coisas. Por exemplo, ele é a crise que provoca a morte.

Lost e o continente perdido de Atlântida

A cada episódio de Lost me convenço de que a ilha seria uma referência ao continente perdido de Atlântida. O seriado traça relações com civilizações antigas e tecnologias avançadas que utilizam uma energia incalculável. Segundo algumas lendas, a Atlântida ou Atlantis teria sido uma antiga ilha ou continente, cuja real existência ou localização nunca foi confirmada, e cuja primeira menção conhecida remonta a Platão em suas obras “Timeu ou a Natureza” e “Crítias ou a Atlântida“. Segundo outra lenda, o povo que habitava a Atlântida era muito mais evoluído que os outros povos da época, e, ao prever a destruição iminente, teria emigrado para a África, sendo os antigos egípcios descendentes dos atlantes.

Será que J. J. Abrams encontrou Atlantis?

Isso ainda não é certeza, mas uma coisa é: Lost tornou-se um mito pop da contemporaneidade e, com certeza, daqui muitos anos lembraremos cada momento que passamos acompanhando essa maravilhosa ficção.

maio 17, 2009 at 12:38 am 7 comentários

Siga John Locke!

Antes de tudo, a dúvida que permeava a mente de boa parte dos Lostmaníacos era: quem será o bendito líder do 15° episódio? Na quinta-feira passada essa dúvida foi revelada! Mais uma vez, os criadores do seriado apostaram no óbvio colocando John Locke no centro das atenções. Mais algo mudou em Locke dessa vez, vocês notaram? Nosso amigo careca assumiu um papel diferente dentro da narrativa. Estávamos acostumados a ver personagens como Ben Linus ou Richard Alpert como donos da verdade absoluta e Locke sempre cheio de dúvidas e anseios. Porém, em “Flollow the Leader” os dois Hostis/Outros se encontram em uma posição delicada na qual o Locke Post-Mortem tem controle sobre a ilha… E melhor, ele a escuta!

Durante o episódio, algumas teorias surgiram. Por isso, vou por partes:

1. Como Richard Alpert chegou à ilha?

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Bom, que Richard Alpert é um cara estranho isso todo mundo sabe. Há milhares de teorias que tentam explicar porquê o rapazote não envelhece e, ao mesmo tempo, conhece tão bem a ilha. Assistindo ao 15° episódio, e relembrando os anteriores, cheguei a uma conclusão: Richard e alguns dos hostis (pelo menos os primeiros deles) podem ter chegado na ilha através do Black Rock.

Como? Os criadores de Lost adoram deixar pistas dentro dos episódios e só nessa quinta temporada consegui juntar duas delas. A primeira foi dada no terceiro episódio, quando Locke e Juliet estão procurando por Alpert. Quando, enfim, eles encontram o esconderijo dos Hostis, Locke questiona Juliet:

– “Como você sabia que Richard estaria aqui?”

Juliet, sem pestanejar, responde:

– “Richard sempre esteve aqui”.

Já no início do 15° episódio, Richard aparece montando a réplica de um navio (muito parecido com Black Rock) dentro de uma garrafa de vidro. Bingo!

2.Jack e Kate na tenda dos Hostis.

Nesse trecho, Jack cria um ambiente de esperança para os sobreviventes do Oceanic 815. Caso ele detone a bomba, nada que aconteceu no seriado se realizará. Isso confirma o que eu disse no post “Um possível final para Lost” e reforça o caminho que o seriado tentará construir. Enquanto esperamos que Jack consiga resolver tudo, provavelmente algo dará errado (não sabemos o que) e nossos “heróis” cairão em um ciclo sem fim.

A pergunta que fica agora é: O que vai acontecer no confronto de Locke x Jacob?

Que venham os próximos episódios, pois esse season finale promete muito!

Para quem é fã de Lost e mora em Salvador, não perca o 7º Encontro LOST Salvador.


Programação:

14:00 – Abertura do Encontro
14:10 – Exibição dos ultimos episódios da 5ª Temporada
15:30 – Entrega das Doações
15:40 – Debate LOST
17:30 – 2ª Gincana Cultural LOST
19:00 – Encerramento

Data: 17/05/2009
Horário: 14:00
Local: Saraiva megastore – Salvador Shopping – L2
Entrada: 1kg de alimento não perecível

Apoio: Saraiva, Dude we are LOST, INtra

maio 10, 2009 at 12:06 am 2 comentários

ARG – Alternate Reality Game

Imagine que você está acessando, neste exato momento, o site do seu seriado favorito. Então, de repente, no canto direito da página, você visualiza um ícone estranho com um nome bem esquisito. Você clica, é claro! Logo depois, aparece uma frase criptografada e, rapidamente, você acessa o google, desvenda o código e descobre um número de telefone. Minutos depois, você liga e escuta uma mensagem que diz: “Compareça no prédio Jd. Fulano de Tal, no dia 12 de junho de 2009, às 12h. Lembre-se! Você deve usar uma blusa amarela”. A voz explica que nesse prédio haverá um grande desafio, aumentando ainda mais sua curiosidade. Você aguarda ansioso e, num piscar de olhos, chega o dia 12 de junho. Já no local e no dia indicados, você encontra 10 pessoas com blusas amarelas. Seriam outros jogadores? Você não sabe.

Um homem vestido de MIB (Man in Black) informa as regras. Os jogadores poderão utilizar celulares, câmeras, PDAs e outros aparatos eletrônicos (mídias locativas). Logo depois, ele diz qual é o objetivo: passar por um labirinto traçado pelo edifício e desvendar um enigma específico. E qual é o prêmio? Ter o prazer de participar de um ARG – Alternate Reality Game, ou jogos de realidade alternativa.

Os ARGs surgiram em meados do séc. XXI, com uma proposta que combina elementos reais e virtuais. São jogos que vão além do espaço virtual e lembram, em um certo grau, os RPGs live action (jogos narrativos de interpretação ao vivo). Esses Games estão fazendo muito sucesso nos EUA e na Europa, agora começam a ganhar mais atenção no Brasil também. Segundo o pesquisador Luiz Adolfo, especialista em ARGs aqui no Brasil, “os jogos de realidade alternativa podem estimular ferramentas cognitivas na mente humana de modo a aguçar a capacidade de raciocínio dos seus jogadores. Neste caso, porém, acreditamos que o jogador de ARG, diferente dos MMOs, pode desenvolver habilidades específicas para lidar com o conteúdo disponível online, manejando de modo eficaz as novas ferramentas do meio digital e aprendendo a navegar em ambientes eletrônicos complexos”.

Muitas empresas de publicidade estão utilizando este modelo de jogo para desenvolver campanhas que dialogam com o cliente, envolvendo-o em uma trama fictícia. É uma proposta nova, que, de forma indireta (como em um marketing viral), leva uma marca ou um produto específico a ter contato tanto com os jogadores que participam do Game, quanto para as pessoas que, de alguma forma, estão envolvidas com esses jogadores.

Para saber mais sobre ARGs, acesso o siteRealidade Sintética

Vídeo sobre o famoso ARG – The Lost Experience, do seriado Lost.


Vídeo do I Workshop Realidade Sintética de Jogos Eletrônicos, Comunicação e Cultura. O palestrante Luiz Adolfo, fala sobre as etapas de construção de um ARG.


Conheça outros ARGs famosos

Internacionais: The beast (2001), I Love bees (2004), jamie Kane (2004), I am trying to believe (2006), The Dark Knight (2008) e The Lost Ring. Todos com fins de Marketing.

Nacionais: Prenoma (2005), Projeto (2005), Una Passione (2006), Teoria das Cordas (2006-2007), Vigilância Sanitária (2007), Borba Gato (2007), Zona Incerta (2007), Obsessão Compulsiva (2008), Desenrola (2009) e Atemporal (2008-2009).

maio 3, 2009 at 1:19 pm 6 comentários

Um possível final para Lost

Cuidado: Este post contém spoilers do 14° episódio  da quinta temporada de Lost... E, quem sabe, do final da série também.

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Por Marcel Ayres e Renata Cerqueira

Frases importantes do episódio The Variable:

(fonte: Lost in Lost):

“Tenho más notícias, Jack: vocês não pertencem a esse lugar. Ela estava errada” (Daniel Faraday)
“Destino significa que, se alguém tem um dom especial, precisa ser aprimorado” (Eloise Hawking)
“Boa sorte, Daniel. E espero que você saiba que digo isso de verdade” (Eloise)
“E se eu te disser que eles não estão mortos? E se eu te disser que aquele avião é uma cara e elaborada farsa?” (Widmore)
“Como você saberia disso?” (Faraday)
“Porque eu o pus lá” (Widmore)
“Nós não pertencemos a este lugar” (Jack)
“Eu pertencia muito bem a este lugar até vocês voltarem, doutor” (Sawyer)
“Hora de ir” (Sawyer)
“Pela primeira vez em muito tempo, eu não sei o que acontecerá depois” (Eloise)
“Eu prometi, Penny. Eu prometi a você que nunca mais te deixaria novamente” (Desmond)
“Eu posso fazer tempo” (Faraday)
“Eloise… você sabia. Você sempre soube. Você sabia que isso aconteceria, e me mandou mesmo assim” (Faraday)
“Quem é você?” (Eloise)
“Eu sou seu filho” (Faraday)

Após assistir The Variable, é possível cogitar um final (em teoria) para o seriado mais intrigante dos últimos tempos… quer saber como?

Então vamos por etapas!

Para quem assistiu The Variable, ficou bem claro que o físico Daniel Faraday abriu uma possibilidade para alterar o futuro dos personagens da série. A primeira dica é dada no começo do episódio quando Faraday, ainda criança, diz para sua mãe “eu posso produzir o tempo”. Porém essa possível mudança no tempo só fica clara quando ele revela para Jack e Kate que, para evitar a catastrófica liberação de energia eletromagnética da ilha, precisa explodir a bomba de hidrogênio. Dessa maneira, caso tenha êxito, todos os eventos que ocorreram em Lost até agora, não existirão no futuro. Para quem lembra, o Oceanic 815 caiu após Desmond ter esquecido de apertar o botão que controla a tal  energia eletromagnética. Segundo Faraday, o mecanismo montado na escotilha foi criado pela Dharma para evitar que a energia escape e cause outros desastres.

Alguém recorda do filme Efeito Borboleta? Que, assim como Lost, foi lançado em 2004 (coincidência). Pois bem, no filme o personagem Evan (Ashton Kutcher) faz viagens temporais ao seu passado através de alguns lapsos de sua memória. No entanto, sempre que o personagem tentava mudar o passado, algo de ruim acontecia no futuro, seja com ele ou com algum de seus amigos. No fim do filme, Evan percebe que para mudar de vez sua vida, evitando um futuro catastrófico, teria que se afastar do grande amor de sua vida, Kayleigh (Amy Smart). Como termina o filme? Kayleigh não reconhece Evan no futuro, pois ambos seguiram adiante com suas vidas.Segundo uma nota do wikipedia, Efeito borboleta é um termo que se refere às condições iniciais dentro da teoria do caos. Segundo a cultura popular, a teoria apresentada, o bater de asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tufão do outro lado do mundo. Porém isso se mostra apenas como uma interpretação alegórica do fato. O que acontece é que quando movimentos caóticos são analisados através de gráficos, sua representação passa de aleatória para padronizada depois de uma série de marcações onde o gráfico depois de analisado passa a ter o formato de borboleta.

Lembram dos diários de Evan?… Sentiram alguma semelhança com o diário de Faraday? Pois é, esses personagens se parecem mais do que imaginamos. Ambos podem “produzir o tempo”. Ambos sofrem com perda de memória… o que também me leva a crer que os eventos de Lost estão se repetindo em um ciclo… Lembram que Faraday diz para Widmore que ele testou sua experiência do tempo nele primeiro e não em sua assistente/namorada (a que ficou em coma). Ou seja, é bem provável que ele esteja tentando, através das anotações em seu diário,  resolver o passado para alterar o futuro… assim como Evan.

Voltando ao que interessa, tomando como base as revelações de Daniel Faraday (e sua, nada supreendente, morte), algumas possibilidades se abriram para um possível final de Lost:

  1. Caso Jack, Kate e seus amigos consigam explodir a bomba de hidrogênio, evitando a liberação de energia da ilha, provavelmente o Oceanic 815 não cairá na ilha no futuro e, dessa maneira, tudo o que aconteceu até agora desde a primeira temporada de Lost não se realizará. Simplesmente, o avião pousará em Los Angeles e os personagens seguirão suas vidas. The End!
  2. Porém, como os criadores de Lost sempre gostam de inovar e nos pregar peças, não acredito que façam um final fechado para a série. A teoria é: Lost não terá um “final”. Como assim? Possivelmente, quando os personagens alterarem o passado, todos os indícios da série nos levarão a acreditar que tudo está resolvido. O avião não cairá na ilha e todos seguirão adiante com suas vidas. Contudo, a minha aposta é: enquanto todos estiverem voando no Oceanic 815, o avião irá sacudir e de repente… Bummmm! Ele cai, finalizando com Jack abrindo os olhos em um lugar diferente.

Caso essa hipótese estiver certa, isso nos levará a refletir sobre tudo o que já foi dito na série sobre “destino”, através de personagens como John Locke e Eloise Hawking, e também sobre as “variáveis”, fruto das divagações de Faraday.

Seria mesmo possível mudar o destino? Ou, então, o que tiver que acontecer, acontecerá… nem que seja de uma forma diferente? (como em Efeito Borboleta). Uma coisa eu acho certa, mesmo que o final não seja esse que estamos cogitando aqui no blog, acredito que J.J. Abrams escreverá um final aberto para sua obra plantando na memória dos fãs a eterna dúvida: o que aconteceu com os passageiros do Oceanic 815?

maio 2, 2009 at 6:15 am 23 comentários

Agora, sim, o boteco oficial de Lost!

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Por Renata Cerqueira

Sabe aquela cervejinha da iniciativa Dharma que Sawyer a-d-o-r-a? Pois é, ela já pode ser encontrada também em Barcelona, onde uma novidade vem atraindo cada vez mais fãs de Lost: o Bharma. Para quem ainda não entendeu, trata-se de um badalado bar inspirado na série televisiva, criado especialmente para reunir os mais aficionados pelo programa.

Na decoração do espaço, dá para encontrar várias referências, como as réplicas da escotilha e do avião após o acidente, além de outras peças especialmente selecionadas. E o mais bacana de tudo isso é que, toda quinta-feira, quando o seriado é exibido na Espanha, os fãs se reúnem e fazem aquilo que mais gostam… assistem ao episódio e, é claro, discutem teorias!


abril 21, 2009 at 7:13 pm 6 comentários

Tem até revista!

Por Renata Cerqueira

Fã que é fã nunca fica satisfeito apenas com os episódios de Lost −simplesmente não dá! Para quem pensa assim, e ainda quer munição para as discussões de boteco, a dica é conferir a revista Season, que surgiu há pouco mais de um ano.

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Assinada integralmente por fãs, que assumem produzir um material despretensioso, a publicação versa sobre séries em geral e é disponibilizada integralmente na internet. Em seu oitavo e mais recente número, a revista traz um foco maior sobre Lost, reunindo alguns textinhos que merecem atenção. Além de um bate-papo com Leco Leite, um dos criadores do site Teorias Lost, a publicação traz matérias sobre a enigmática Charlotte e sobre aquele que é um dos temas mais discutidos pelo seriado: a fé.

Ah, ta, já ia esquecer!

A capa dessa edição pode até ser meio poluída, mas parte de um insight bem bacana, vai!

abril 21, 2009 at 1:40 am 3 comentários


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