Archive for julho, 2009

Cachorro Abandonado

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Para quem gosta de um bom conto, o Cachorro Abandonado chega de mansinho como uma ótima opção. O blog é uma iniciativa de Davi Boaventura – graduando de jornalismo da Facom | UFBA – que, atualmente, desenvolve o seu trabalho de conclusão de curso e finaliza o seu primeiro romance, segundo suas palavras  “uma epópeia etílica pela juventude soteropolitana”.

Segue, abaixo, um trecho do primeiro post chamado “O Segredo da Profissão”

“Deve ser fácil trabalhar como cronista, pensei cá com meus botões durante uma ressaca natalina. Coisinha das mais simples. Pegue um tema contemporâneo, rabisque algumas reclamações cheias de sarcasmo, adicione palavras incomuns e prepare um final surpreendente e engraçado – se seu feitio não é fazer rir que, pelo menos, seja misterioso. Fora isso, cada um possui sua fórmula própria, apesar de não haver muita diferença entre a maioria medíocre. Se João Ubaldo consegue, todo mundo pode.” Leia mais.

julho 22, 2009 at 7:08 pm Deixe um comentário

Coca-cola Gimme Credit!

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Na Grã-Bretanha, a Coca-Cola mais uma vez mostra que criatividade não tem limites. Para isso, criou uma promoção que pretende atingir, principalmente, o público jovem. Como funciona? Quem comprar latinhas de 330 ml ou 500 ml de Sprite, Fanta ou Dr. Pepper irá ganhar uma pequena quantia de créditos para celulares.

A campanha “The Every Pack Gets 50p” começou agora no mês de julho e irá durar até o esgotamento do estoque de latinhas feitas especialmente para a promoção.

O que fazer para participar?

Cada latinha tem um código que deve ser submetido em um espaço reservado no site – www.gimmecredit.co.uk . O espaço contém instruções para a indexação dos dados dos serviços móveis de cada consumidor. Nas próximas vezes que que os consumidores comprarem as latinhas, basta enviar o código promocional via SMS para 85888 e o crédito será adicionado em menos de 48 horas.

Fonte: Advertido!

julho 20, 2009 at 3:30 pm 7 comentários

Revista Trip “Aumenta que eu gosto” (RA)

Aproveitando que as ações em Realidade Aumentada estão bombando, a revista Trip não ficou para trás. Em parceria com a agência Colmeia, foi criada a ação “Aumenta que eu gosto“.

Trip – Realidade Aumentada

Nela é possível ver (de forma interativa) a modelo Bárbara Nogueira posando para fotos. É interessante notar como o uso de QRCodes (na revista Galileu, por exemplo) e RA (na Trip) estão criando novas maneiras de se consumir veiculos impressos, engajando o público-alvo através das potencialidades das mídias digitais.

Clique aqui para acessar o site do RA da Trip.

julho 16, 2009 at 1:48 pm 3 comentários

Anne Hathaway e Depp em ‘Alice no país das maravilhas’

Abaixo, segue novas imagens do longa “Alice no país das maravilhas”. O filme, que está sendo dirigido por Tim Burton, tem estreia prevista para o dia 5 de março de 2010.

O elenco conta com Johnny Depp como o Chapeleiro Louco, Anne Hathaway, como a Rainha Branca, Helena Bonham Carter como a Rainha de Copas, e a australiana Mia Wasikowska, que interpreta Alice.


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julho 16, 2009 at 2:42 am 8 comentários

Coca-Cola lança garrafa de Betty, a feia

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Patrocinadora da série Ugly Betty (Betty, a feia), a Coca-Cola, mais uma vez, aposta na criatividade de suas embalagens. Aproveitando o sucesso de Betty, a Coca lançou no Reino Unido uma série limitada de embalagens chamada “The Betty Bottle”. A garrafinha cor de rosa com estampa de leopardo, é assinada por Patrícia Field, figurinista do filme “O Diabo veste Prada” e do seriado “Sexy and the City”.

A garrafinha da Betty traz como conceito a valorização das mulheres através do estilo próprio. Para isso, a Diet Coke traz adesivos dentro de um envelope, que possibilitam a personalização do produto.


julho 15, 2009 at 2:43 pm 3 comentários

Nova edição do Guia do Ócio tem lançamento na Saraiva

Guia do Ócio 2009

A nova edição do Guia do Ócio, publicação anual que reúne informações culturais, de gastronomia, lazer e serviços da cidade de Salvador, terá lançamento no próximo sábado, dia 11 de julho, às 18h, na recém inaugurada Livraria Saraiva do Shopping Barra. A publicação cobre a cidade com 16 seções, 242 páginas, dando ênfase especial aos roteiros turísticos menos convencionais, destacando desde restaurantes populares a eventos de bairros e outras atrações originais e curiosas.

Entre as novidades da nova edição está a presença de personalidades baianas e nacionais dando dicas sobre o que ver e fazer em Salvador. Nomes como Wagner Moura, Margareth Menezes, Luiz Fernando Guimarães, Frank Menezes, Vovô do Ilê, José Carlos Capinan, Jorge Portugal, Gerônimo, Eliana Kruschewsky e Luciana Galeão, entre outros, indicam botecos, restaurantes, museus, atrações turísticas e outros pontos interessantes da cidade.

O Guia do Ócio é um produto da Companhia de Comunicação e tem coordenação editorial de José Antônio Moreno, design gráfico da Santo Design e participação de cerca de 20 jornalistas e colaboradores. A publicação pode ser encontrada ao preço de R$19,90 em livrarias, bancas de revistas, lojas de conveniências e principais hotéis da capital baiana.

Data: 11 – 07 – 2009

Horário: 18h

Local: Livraria Saraiva do Shopping Barra (Ex-Siciliano) – 2° piso

Assessoria de Imprensa
Companhia de Comunicação
Tels: 3247-5851/88921119 (Antônio Moreno)
Ssa. 06.07.2009

julho 8, 2009 at 1:52 pm Deixe um comentário

Percursos distintos

CSI

Texto – Larissa Paim e Renata Cerqueira

Como desvendar um crime que, à primeira vista, não tem solução? Onde encontrar pistas quando um criminoso parece não ter deixado rastros? Como achar o culpado?

Tentando responder questões como essas, as três vertentes do fenômeno CSI apresentam uma crença em comum: não existe crime perfeito. Com histórias que envolvem boas pitadas de ação e grandes doses de mistério, a tríade brinca com a idéia de que todo assassinato pode ser resolvido, desde que se tenha, é claro, os mais experientes investigadores e os mais sofisticados equipamentos da América.

Mas nem tudo se encerra aí. Mesmo possuindo essas similaridades, o modo como os crimes são tratados e solucionados se exibe de maneiras distintas entre esses três seriados norte-americanos. As diferenças vão desde o lugar que a evidência ou o investigador ocupa ao longo da solução dos casos, até o grau de aprofundamento com o contexto em que o crime se insere. Em resumo: diversas opções de narrativas, a depender do gosto do freguês.

Para entender mais sobre essas abordagens, acompanhe abaixo as particularidades de como cada CSI, logo em seu primeiro episódio, abordou e buscou solucionar os mais diversos crimes.


Acima de tudo, as evidências.

Para começar, nada melhor do que analisar a primogênita do fenômeno: CSI Las Vegas. Centrada no investigador Gill Grissom (William Petersen), o seriado tem como seu lema maior a busca pelas evidências. Fazendo jus ao título da série (em português, “investigação da cena do crime”), a equipe de Grissom trabalha voltada para encontrar qualquer fio de cabelo ou impressão digital que tenha ficado para trás.

Com o auxílio de equipamentos de ponta, nada passa batido aos olhos atentos dos investigadores. A idéia central é a de que sempre há uma pista, mesmo quando nenhum indicio parece ser encontrado. É por isso mesmo que flashes e análises minuciosas do local do crime não são poupados. Tudo pela já tão famosa evidência, e o resto é detalhe.

Aqui, segundo dizem os próprios personagens, não há espaço para subjetividade; tudo é muito objetivo e prático. A investigação é guiada a partir das comprovações laboratoriais, sem que haja maiores preocupações com as motivações ou implicações dos crimes. O investigador é bem esperto e experiente, é verdade, mas, ainda assim, não é do tipo daqueles que decifram um mistério apenas através da sua intuição.

Uma outra característica presente neste seriado é que a solução dos casos é vista apenas como mais um trabalho encerrado. Sem solicitar muito envolvimento emocional do telespectador, os assassinatos são vistos por uma ótica cotidiana, em que compõem apenas a rotina de uma equipe de investigadores.


Por favor, a história.

Embora ainda haja um forte apelo pelas evidências, a versão ensolarada da tríade incorpora outros elementos no processo investigativo. Mais do que ficar preso à cena do crime, o seriado rompe os muros e busca compreender o contexto em que o assassinato está inserido. A concepção aqui é: nem sempre os indícios presentes nos locais dos crimes são suficientes para encontrar o verdadeiro culpado.

Assim, para resolver os casos, os investigadores de CSI Miami não só analisam as evidências existentes, mas também buscam entender as pessoas e as histórias que, de uma forma ou de outra, estão relacionadas ao ocorrido. A partir dessas buscas, algumas hipóteses começam a ser traçadas, auxiliando nas constantes reconstituições dos crimes feitas pelos investigadores.

Mas, de qualquer forma, mesmo apresentando esses elementos a mais, as provas aqui ainda são essenciais no desenrolar da narrativa. Vistas como o primeiro passo de todo o processo, as evidências vão sendo descobertas ao longo de todo o episódio, mas sem existir necessariamente uma implicação lógica entre elas. No final das contas, é como se as pistas fossem se somando e, com isso, ajudando a esclarecer o crime.

Diferente do programa de Las Vegas, CSI Miami trata o trabalho dos investigadores como uma missão: trazer a verdade à tona, ajudando aqueles que já não podem mais falar por si só. Por isso mesmo, os assassinatos são encarados de uma maneira menos fria e objetiva, apresentando não só um maior envolvimento emocional dos personagens com os fatos ali presentes, mas também uma sensação de “dever cumprido” a cada crime que é desvendado.

A astúcia como arma.

Em Nova Iorque, a cidade que nunca dorme, o detetive Mac Taylor (Gary Sinise) também não descansa. Não é à toa que, por isso mesmo, o principal diferencial da versão mais recente de CSI é o lugar central do investigador no processo que conduz à resolução do crime.

O pressuposto aqui é: não bastam as evidências; tem que existir alguém que conecte e complemente os indícios que vão sendo encontrados pelo meio do caminho. E esse alguém é Mac, o investigador atormentado pela recente morte da esposa. Demonstrando sagacidade, inteligência e uma dedicação pessoal, o personagem tem a capacidade de identificar, indo além das evidências, o conjunto de motivações que desembocam em um crime.

Partindo dessas observações, o que se percebe é que existe um maior espaço para investigação nesta série, uma vez que o enredo não se restringe às evidências ou ao contexto em que o crime se encontra inserido. A partir das deduções do personagem principal, o seriado cria uma trama em que a objetividade não é o único valor relevante na solução dos casos, oferecendo, pelo menos teoricamente, um leque mais amplo e rico de possibilidades narrativas.

Mas, assim como as outras duas séries, CSI New York também apresenta as evidências como um de seus motes centrais. Isso porque é somente a partir das pistas que são encontradas que o astuto Mac consegue tecer as suas mais diversas deduções. Além disso, um outro diferencial do programa é que a história é construída de forma que cada prova encontrada remeta a uma outra evidência, e assim sucessivamente, até que a solução do crime seja apresentada.

Sendo assim, não é difícil notar que, seja em Las Vegas, Miami ou Nova Iorque, as evidências são elementos recorrentes no desenrolar da trama. Apresentando-se em graus e formas distintas em cada seriado, elas constituem peças essenciais na compreensão do porquê de tanto sucesso da tríade CSI. Afinal, o primeiro passo para quem deseja apreciar séries investigativas nada mais é do que acreditar na principal máxima presente nesses seriados: há sempre alguma pista que ficou para trás.

julho 7, 2009 at 12:55 am Deixe um comentário


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