Archive for abril, 2009

I workshop Realidade Sintética de Jogos Eletrônicos, Comunicação e Cultura

Aperte o Start!

Ontem começou o I workshop Realidade Sintética de Jogos Eletrônicos, Comunicação e Cultura, realizado na Faculdade de Comunicação da UFBA. O evento, que vai até quinta-feira (30 de abril), é promovido pelo grupo Petcom e pretende trabalhar a teoria e a prática da construção de roteiros para jogos eletrônicos, além de mostrar os diferentes estilos e classificações de games e sua relação com o campo da Comunicação Social.

No primeiro dia do evento, os palestrantes Thiago Falcão e Paolo Bruni,  falaram sobre o panorama histórico dos games e fizeram uma breve introdução ao videogame design. Para ficar por dentro sobre tudo o que foi abordado nas palestras de ontem, basta procurar a hashtag #wrs no twitter.

O evento segue hoje e amanhã no auditório da Facom – UFBA. Confira a programação:

Quarta-feira (29)
Introdução aos Ubigames, com o prof. Luiz Adolfo de Andrade
Videogames e Indústria Cultural, com o prof. Paolo Bruni

Quinta-feira (30)
Jogos em Rede e Estruturas Sociais, com o prof. Thiago Falcão
Etapas de Criação de um Alternate Reality Game, com o prof. Luiz Adolfo de Andrade

Confira, abaixo, trechos do primeiro dia do workshop:

+info: www.petcom.wordpress.com ou www.realidadesintetica.com

Contato: (71) 3283-6186 ou facomgames@gmail.com

abril 29, 2009 at 3:13 pm 3 comentários

Tirinha – P.H.D. – Por Hora Desempregado

oaaaapghvs2c7i7vawf4gknlnlf9fxc9fyafozdjz8tu8rz2wyn_hw1vuvmidv3zfmlhpf8ucu0x6p6iopo9uknahj8am1t1uk44yxj65u2cgyr5rvmcoojd4eav1P.H.D. é criação de André Betonnasi, pesquisador da Universidade Federal da Bahia, bolsista da CAPES e amante dos quadrinhos.

Confira mais tirinhas – Clique Aqui

abril 29, 2009 at 9:24 am Deixe um comentário

Sobre texto e imagem nos quadrinhos

Abaixo, segue mais um trecho do debate sobre a explosão das HQs realizado na Arena Jovem, área montada pela empresa Oi na 9ª Bienal do Livro – Bahia.

Aqui, Benoît Peeters, roteirista e pesquisador de HQ, irá falar sobre a relação estabelecida entre imagens e textos que regem uma narrativa em quadrinhos.


abril 29, 2009 at 8:52 am 1 comentário

Benoît Peeters fala sobre quadrinhos na Arena Jovem

Aos 44 minutos do segundo tempo, no finalzinho do último dia da Bienal do Livro – Bahia (26 de abril), os quadrinhos tomaram conta do evento. Na Arena Jovem – área montada para receber o público jovem da bienal – foi discutido o tema “a explosão dos quadrinhos”.

Na mesa redonda, participaram artistas baianos como Cedraz (desenhista criador da Turma do Xaxado), Rezende (Cartunista e ilustrador do cenário underground), Flávio Luiz (Desenhista e ilustrador publicitário, criador de Aú, o Capoeirista) e o francês Benoît Peeters, escritor, roteirista e pesquisador de quadrinhos.

Para quem não conhece, Benoît Peeters diplomou-se pela “Ecole Pratique des Hautes Etudes” sob a orientação de Roland Barthes. Após publicar diversos romances, experimentou diversos gêneros como: contos ilustrados, fotonovelas, cinema, novelas de rádio e histórias em quadrinhos.

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Benoît é especialista nos quadrinhos de Hergé (criador da célebre HQ “Tintin”) e publicou duas obras que marcaram uma época: Le monde d’Hergé Les bijoux ravis. Ele foi também o responsável por L’oeuvre intégrale d’Hergé e dirige para a Editora Casterman, a coleção Bibliothèque de Moulinsart.

Já colaborou igualmente com outros desenhistas como: Patrick Deubelbeiss (“Le Transpatagonien”), Alain Goffin (“Plagiat!”, “Le Théorème de Morcom”), Anne Baltus (“Dolorès”) e Frédéric Boilet (“Love Hotel”) assim como com o cineasta Raoul Ruiz (“La Chouette aveugle”). Com a fotógrafa Marie-Françoise Plissart, publicou várias fotonovelas de um gênero novo: “Fugues”, “Droit de regards”, “Prague”, “Le mauvais oeil” e “Aujourd’hui”.

Abaixo, segue um trecho do debate em que Benoît Peeters fala sobre o seu início de carreira, a relação entre desenhista e roteirista e como ele encara o universo dos quadrinhos:

abril 28, 2009 at 3:00 am 4 comentários

Ella Fitzgerald – A primeira-dama do Jazz

Quem escuta a poderosa voz de Ella Fitzgerald não imagina que por trás dela há uma mulher tímida e modesta. A música sempre significou tudo na vida de Ella Jane Fitzgerald, nascida em 25 de abril de 1917, na cidade de Newport News – Virgínia. Sua história, antes da carreira de sucesso, continua uma incógnita paradoxal para muitos pesquisadores e jornalistas do campo musical. Mas ainda assim, o pouco que se sabe é suficiente para descobrirmos uma grande história de superação… na qual uma infância pobre e difícil se desconstruiu através de um talento inigualável.

Era através das palavras na música que a tímida Fitzgerald desaparecia e, diante do público extasiado, emergia uma bela voz com um timbre atemporal.  Em uma das milhares de biografias sobre Ella Fitzgerald, li um trecho interessante que resume, de certo modo, a proporção que tomou a carreira de Ella:

“Dizem que quando os motoristas de táxi de Nova York sabem o seu nome, você alcançou o sucesso. Bom, os motoristas de táxi de Nova York, pelo que me contam, conhecem o nome de Ella Fitzgerald desde o início da década de 40″…”mas não só os motoristas de táxi; os americanos em geral dedicam a Ella o tipo de afeição que os britânicos reservam para a rainha Elizabeth, a Rainha Mãe”. (Stuart Nicholson, 1993).

Para quem conhece e, principalmente, para quem nunca ouviu a primeira-dama do jazz, segue um vídeo dela cantando “Round Mindnight”, composição de Thelonious Monk,  em 1961.

Ler – Ella Fitzgerald: A Biography of the first lady of Jazz

abril 26, 2009 at 2:30 pm 3 comentários

Se outro artista tivesse desenhado Mona Lisa…

Visitando o blog Aviary – Creation on the fly, encontrei este maravilhoso post sobre como seria a musa de Da Vinci se fosse desenhada por outro artista. Segue, abaixo, alguns exemplos:

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Roy Linchenstein

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Pablo Picasso

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Andy Warhol

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Matt Groening

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Nickelodeon

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Camile Rose Garcia

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Algum desenhista Mangá

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South Park

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Jackson Pollock

abril 24, 2009 at 7:29 pm 13 comentários

A arte de Saul Bass

Se você não conhece Saul Bass (1920-1996), com certeza já viu algum de seus belos posters por aí.

burnafterreading-poster-big-2Poster do Filme “Queime depois de ler” (2008)

man-with-the-golden-arm-2Poster do filme The Man With a Golden Gun (1955)

Designer Gráfico e cineatsa, Bass é considerado um dos mestres do design gráfico e consolidou sua carreira através de trabalhos ligados, principalmente, ao campo do cinema. Estudou no Art Students League e mais tarde no Brooklyn College (1944 a 1945), Nova York, com Gyorgy Kepes. Depois de um periodo em que foi designer freelancer e director criativo em Nova York; mudou-se para Los Angeles em 1946. Aí trabalhou para muitas agências antes de formar a Saul Bass Associates.west-side-story-2

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Durante sua carreira, trabalhou com diversos cineastas hollywoodianos, tais como: Martin Scorsese, Stanley Kubrick, Otto Preminger, Alfred Hitchcock, entre outros. Além de ínumeros posters e aberturas de filmes, Saul Bass também é conhecido por ter criado marcas de grandes empresas como, por exemplo, AT&T, United Airlines e  Bell.

Veja abaixo um vídeo sobre o lendário designer.

Bass on titles

LerDictionary of Graphic Design and Designers

abril 23, 2009 at 8:54 pm 2 comentários

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